O voo da liberdade.
Era noite. Sentada na cadeira lendo um livro,
eis que uma borboleta,entra voando e não consegue sair.
Fui atrás para apanhá-la, e ela ficava batendo as asas.
Voando pelos cômodos. Fechei todas as portas.
Cheguei a tocá-la várias vezes, mas tive receio de machucá-la.
Ela chegou a pousar em meu braço
e andei umas passadas com ela para dirigir-me à janela.
Mas novamente ela continuou seu bater de asas
e finalmente consegui direcioná-la por onde ela tinha entrado
e seguiu seu caminho noturno para pousar em alguma árvore
para seu descanso noturno.
Pois durante o dia ela certamente
iria livremente bater suas asas em direção às flores,
usufruindo de sua liberdade total.
eis que uma borboleta,entra voando e não consegue sair.
Fui atrás para apanhá-la, e ela ficava batendo as asas.
Voando pelos cômodos. Fechei todas as portas.
Cheguei a tocá-la várias vezes, mas tive receio de machucá-la.
Ela chegou a pousar em meu braço
e andei umas passadas com ela para dirigir-me à janela.
Mas novamente ela continuou seu bater de asas
e finalmente consegui direcioná-la por onde ela tinha entrado
e seguiu seu caminho noturno para pousar em alguma árvore
para seu descanso noturno.
Pois durante o dia ela certamente
iria livremente bater suas asas em direção às flores,
usufruindo de sua liberdade total.
Lina Seabra
07/12/2014
